O presidente estadual do União Brasil, Miguel Coelho, aceitou o convite da governadora de Pernambuco, Raquel Lyra, para disputar uma vaga no Senado Federal e, ao mesmo tempo, consolidou uma aliança política com foco nas eleições deste ano.
O movimento ganhou força nesta quarta-feira (18), durante encontro em Brasília, quando o União Brasil oficializou apoio à reeleição da governadora. A reunião contou com a presença do presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, além de dirigentes da sigla.
Segundo Miguel Coelho, a decisão representa um compromisso conjunto pelo avanço do estado.
“Eu, meu partido e o grupo político do qual faço parte estamos construindo uma aliança com a governadora Raquel Lyra para as eleições deste ano. Sou pré-candidato ao Senado, ela é candidata à reeleição para o governo. E nós pretendemos caminhar juntos nessa jornada. Pernambuco nos chama para nos unir em favor da nossa gente”, afirmou.
A governadora destacou que a aliança fortalece o projeto de continuidade administrativa e de foco econômico e social em Pernambuco.
“Desde o primeiro dia da nossa gestão fazemos um trabalho de diálogo para colocar Pernambuco de volta no rumo do desenvolvimento. Estamos avançando com requalificação de estradas, restauração de hospitais e reforço na segurança. A aliança com o União Brasil representa compromisso com cada recanto do estado e com o futuro dos pernambucanos”, declarou Raquel Lyra.
O apoio do União Brasil também consolida a pré-candidatura de Miguel Coelho ao Senado no palanque governista. O deputado federal Mendonça Filho, que já defendia a aproximação, reforçou o discurso de unidade.
“É a união para um futuro melhor para Pernambuco”, disse.
Também participaram do encontro o ex-ministro Fernando Bezerra Coelho e o deputado federal Fernando Filho.
Nos bastidores, a articulação ocorre em meio à formação da federação entre União Brasil e PP, que será homologada pelo Tribunal Superior Eleitoral. Caso não haja consenso interno em Pernambuco, a definição sobre alianças ficará a cargo da direção nacional, presidida por Antônio Rueda.
O novo cenário também evidencia o distanciamento político com o prefeito do Recife, João Campos, e a tensão com o deputado federal Eduardo da Fonte, refletindo a reorganização das forças políticas no estado.









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