Dados do Banco Central do Brasil apontam alta de 7% no Estado no acumulado até fevereiro
Pernambuco iniciou 2026 com desempenho econômico de destaque no cenário nacional. De acordo com o Índice de Atividade Econômica Regional (IBCR), divulgado pelo Banco Central do Brasil, o Estado registrou crescimento de 7% no acumulado do ano até fevereiro, na comparação com o mesmo período de 2025.
O resultado coloca Pernambuco na liderança entre todas as unidades da federação. Em seguida aparecem Rio de Janeiro, com alta de 5,8%, e Espírito Santo, com crescimento de 5,5%. No mesmo período, a Região Nordeste teve expansão de 3%, enquanto o Brasil registrou avanço de apenas 0,4%.
A governadora Raquel Lyra destacou que os números refletem uma estratégia voltada ao fortalecimento da economia em diversas frentes. Segundo ela, os investimentos em infraestrutura, desenvolvimento urbano, habitação e apoio ao comércio têm sido fundamentais para impulsionar a geração de renda e emprego.
“O resultado demonstra que estamos no caminho certo e não vamos parar de trabalhar para colocar Pernambuco em destaque de desenvolvimento econômico e social”, afirmou.
O desempenho positivo foi puxado principalmente pelos setores de comércio e indústria da transformação. No comércio, destacaram-se os hipermercados e supermercados, além da venda de equipamentos de informática, comunicação e eletrodomésticos. Já na indústria, tiveram papel relevante atividades como refino de petróleo, metalurgia, produção de máquinas e materiais elétricos, além dos segmentos de borracha, plástico, produtos químicos e bebidas.
O secretário de Planejamento, Gestão e Desenvolvimento Regional, Fabrício Marques, ressaltou que o crescimento reflete um processo contínuo de transformação econômica no Estado. Para ele, os dados consolidam uma trajetória de recuperação e expansão iniciada nos últimos anos.
Desde 2023, o Governo de Pernambuco tem ampliado os investimentos em infraestrutura como base para o crescimento. Apenas no último ano, foram mais de R$ 5 bilhões aplicados, representando o maior volume de investimentos dos últimos 11 anos.









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